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domingo, 8 de janeiro de 2012

GIVENCHY - ANGE OU DÉMON LE SECRET ELIXIR

Givenchy-Ange-Ou-Demon-Le-Secret-Elixir1Para falarmos do conceito de Ange ou Démon Le Secret Elixir é importante nos atentarmos ao significado da palavra elixir que segundo ao dicionário Aurélio significa: preparação farmacêutica; alcoólica, adocicada. Observamos que o elixir é algo para embriagar ou mesmo para curar, bem como a fragrância de Ange ou Démon Le Secret Elixir.

Um perfume extremamente feminino e por isso ele é o,  grande, segredo da sedução. Sua fragrância concentrada enfeitiça a todos que se aproximam, pois estamos falando de um perfume idealizado para mulheres de feminilidade marcante, envolvente, carismática e com uma beleza única.

A mulher Ange ou Démon Le Secret Elixir, não é de ficar chorando por uma amor mal resolvido, ela simplesmente faz valer o ditado “Só se cura um amor com outro amor”, por isso ela primeiro se cura para depois embriagar a pessoa por quem ira desferir toda sua sensualidade. Essa mulher é sobre tudo: maliciosa, deslumbrante e voluptuosa, assim como o seu perfume.

A fragrância de Ange ou Démon Le Secret Elixir personifica todas as facetas da mulheres independentes e sensuais, que sabem a exata hora de usar sua sensualidade. Seu perfume funciona como um misterioso amuleto da sorte que revela a magia de uma sedução encantadora.

Criado por Serge Mansau o  célebre frasco facetado de Ange ou Démon, foi reinventado para Le Secret Elixir. Moderno e brilhante, decorado com linhas retas, evoca a beleza essencial e o brilho absoluto de uma pedra preciosa. Seu frasco apresenta tonalidades esfumadas e intensas com reflexos de ametista e um fundo rosado. Como uma caixa de joias, a embalagem branca é iluminada por efeitos metálicos. Givenchy-Ange-Ou-Demon-Le-Secret-Elixir

Família olfativa: Floral Amadeirado

Notas de saída: Limão italiano, chá verde e neroli.

Notas de coração: Flores brancas, jasmim de sambac, flores de laranjeiras e flores de frangipani.

Notas de fundo: Baunilha, patchoulli, madeira de cedro e almiscares brancos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Estilista do Dia: Givenchy

cear_givenchy_vGivenchy Hubert James Taffin de Givenchy nasceu em Beauvais, França, em 1927. Filho do marquês Lucien Taffin de Givenchy e de Béatrice de Givenchy, seu avô dirigia uma oficina de tapetes em Beauvais. Muito cedo ele demonstrou interesse pela moda. Aos dez anos, ao visitar uma exposição de figurinos dos mais famosos estilistas franceses, identificou-se imediatamente com o universo luxuoso da alta-costura.

Ao contrário do que sua família desejava, Givenchy não se tornou advogado, tendo cursado a Escola de Belas Artes, em Paris. Aos 17 anos Givenchy foi para Paris, levando uma pasta cheia de desenhos. Trabalhou nas casas de Jacques Fath, Robert Piguet, Lucien Lelong e Elsa Schiaparelli antes de abrir sua própria maison, em 1952, no número 8 da rua Alfred de Vigny, na Monceau Plain, em Paris.

Muitas das criações de Givenchy foram feitas com tecido de camisaria. Criou a blusa Bettina, em homenagem à modelo Bettina Graziani, e que foi uma de suas criações de maior sucesso. A blusa tinha mangas que terminavam em babados de bordado inglês e a gola larga e aberta. O ano de 1953 foi muito importante para Givenchy, pois conheceu aquela que viria a ser sua musa inspiradora, amiga e responsável por muito de seu sucesso internacional, a atriz Audrey Hepburn.

Com esse sucesso, a fama de Givenchy consolidou-se. Suas criações eram luxuosas e com estilo nitidamente influenciado pelo estilista espanhol Balenciaga, e Givenchy jamais negou que o trabalho de Balenciaga o inspirava. Balenciaga e Givenchy conheceram-se em 1953 e foram amigos até a morte do espanhol, em 1972. Durante os anos 50, ele criou vários modelos "chemisier", na forma saco, largos na parte superior e afunilando-se em direção à bainha. Também fez muito sucesso com os separáveis - peças que podem ser combinadas entre si -, e com as suas famosas blusas de tecidos de camisas. Givenchy foi o primeiro designer de alta-costura a apresentar uma coleção feminina de prêt-à-porter, intitulada "Givenchy Université", em 1954.

Givenchy tem o seu nome ligado ao cinema mais do que qualquer outro estilista. Ele vestiu Audrey Hepburn em vários filmes, sendo que o primeiro deles foi Sabrina, em 1954. Grace Kelly, Gloria Guinness, Dolores Guinness, Babe Paley, Wallis Simpson, Mona von Bismarck e Jacqueline Kennedy Onassis foram outras clientes famosas de Givenchy.

O estilista criou modelos para a atriz, imortalizados em filmes como "Bonequinha de Luxo" ("Breakfast at Tiffany's"), de 1961, "Cinderela em Paris" ("Fanny Face"), de 1957 e "Sabrina", de 1954. Esse último chegou a ganhar o Oscar de melhor figurino, que era assinado por Edith Head - a designer mais requisitada de Hollywood na época -, a qual não deu o devido crédito a Givenchy pelo famoso vestido de baile, usado por Audrey Hepburn no filme.

Em resposta, a atriz exigiu que, em seus próximos filmes, seu guarda-roupa fosse todo feito pelo estilista francês, que criou modelos tão elegantes, que a imagem de Audrey Hepburn, usando um vestido longo preto e uma piteira, em "Bonequinha de Luxo", se tornaria inesquecível.

Criou também perfumes, e entre eles destacam-se Amarige, Organza Eau de Parfum, Organza First Light e So Givenchy. Em 1957, lançou seu primeiro perfume, o feminino "Le De". Originalmente vendido a poucos seletos clientes e amigos de Givenchy, atualmente ele só é encontrado em Paris, nas galerias Lafayette e Printemps, na Sachs, em Nova York e na Harrods e Selfridges, em Londres. Ainda em 1957, criou o perfume "L'Interdit", em homenagem a Audrey Hepburn, e, em 1973, entrou para o mundo da moda masculina, com o lançamento da linha "Gentleman Givenchy". 

Em 1981, a Maison Givenchy foi vendida, sendo que a linha de perfumes ficou com a Veuve Clicquot, e a parte de alta-costura foi para o Grupo Louis Vuitton Moët Hennessy. Atualmente, a Louis Vuitton também é proprietária da linha de perfumes fabricados pela Givenchy.

img-087Givenchy despediu-se das passarelas em 1995, com um desfile para o qual foram convidados apenas amigos pessoais, estilistas e principais clientes. A marca Givenchy continua a existir. Algumas das principais modelos da marca são Liv Tyler e Paula Enderle, famosas pelos comerciais da "grife".

Em 1995, o estilista fez seu último desfile, deixando seu lugar na maison para o britânico John Galliano, graduado pela London's St Martin's School of Art e três vezes eleito o designer do ano pelo British Fashion Council.

Sua estréia foi em janeiro de 1996, com uma coleção criativa e dramática, com crinolinas e vestidos de cauda longa, chapéus de sino, anos 20, vestidos anos 30 e tailleurs anos 40.

Um ano depois, em outubro de 1996, o também britânico Alexander McQueen foi escolhido como seu sucessor. Sua primeira coleção para a Givenchy foi apresentada em janeiro de 1997 e, em 1998, ganhou o prêmio de melhor designer do International Fashion Group.

Após algumas especulações sobre quem se tornaria o principal nome da marca, no lugar de McQueen, Julien Macdonald foi nomeado diretor artístico da casa em março de 2001. O jovem Macdonald tem em seu currículo a experiência de ter trabalhado para a maison Chanel e é dono de sua própria casa, desde 1997.

Hubert de Givenchy esteve no Brasil duas vezes: a primeira na década de 50, para o lançamento de uma coleção de algodão que havia sido encomendada pela fábrica de tecidos Bangu e a outra, em 1995, para abrir o Primeiro Congresso Brasileiro de Moda, promovido pelo Instituto Zuzu Angel e pela Faculdade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Frasco – PLAY e o iPod

ipodtouchLançando em 2008, no Rio o seu lançamento foi em uma boate as margens da Lagoa Rodrigo de Freitas e com direito a muito champanhe e animação, pois assim é o espírito de PLAY by Givenchy. Um perfume cujo conceito é a possibilidade de controle do seu ritmo, das pessoas que controlam suas músicas e decidem o momento de iniciar, repetir ou mesmo parar com qualquer situação.

O frasco de PLAY foi inspirado no iPod, que é uma série de tocadores de áudio digital projetados e vendidos pela Apple. O "POD" é a sigla de "Portable On Demand", o que numa tradução livre seria algo como "portátil desejado" e a letra "i" na frente, que se lê "ai" e significa "eu" em inglês, teria um sentido pessoal, como "o portátil que eu desejo/desejei" ou "o portátil que eu sempre quis".

givenchy22

A lateral do frasco de PLAY recebe o contorno do mesmo material que envolve o iPod. PLAY é de fato um perfume moderno e que, não apenas, simboliza a juventude, simboliza a pluralidade da sociedade atual, que vive em constante mudanças assim como o conteúdo que você carrega no seu iPod.

Play givenchy

sábado, 25 de junho de 2011

Vídeos – PLAY Givenchy

Play foi lançado há alguns anos, acredito que dois mais ou menos, e veio para atender ao homem moderno, atender aos homens da geração Y, totalmente envolvidos com tecnologias e que não gostam de perder tempo. Idealizado exclusivamente para aqueles que decidem o momento de iniciar e terminar, assim é PLAY by Givenchy.